sexta-feira, 12 de julho de 2013

O que uma mulher mais velha (com filho) quer de um relacionamento?

Me chamo Diego, tenho 27 anos, sou bem sucedido na vida profissional e, como a maioria, já levei alguns tapas da vida.
Depois do último passei a agir diferente e não me apaixonei mais. Chueguei ao ponto de começar a gostar das garotas e, em seguida, apagar os números de telefone e deletar as mensagens para não ter mais contato e “barrar” este sentimento.
Confesso que isto é muito eficaz!
É um filtro que só deixa passar as pessoas que estão realmente a fim de você. Foi assim que conheci minha ex. Ela insistiu em continuarmos saindo e eu resolvi nos dar uma chance. O namoro durou 11 meses e terminou há 1 mês. Neste tempo não me deixei apaixonar. Era um relacionamento de total sensatez onde eu só fazia as coisas com riscos analisados.
E sim, foi muito bom enquanto durou.
Não sofri nem um pouco e fui capaz de minimizar ao máximo o sofrimento dela quando terminamos.
Há uma semana, fui a uma boate com um amigo que também é recém solteiro. Ele chamou uma amiga que levou outras duas amigas. Ficamos conversando até que ele disse que a loira (por sinal eu havia a achado linda) estava afim de mim. Fui lá conversar mais com ela e ver o que dava… Nem preciso dizer que não deu né? Ela me cortou e  fui ao banheiro pensar sobre o fora.
Quando voltei, vi que ela estava conversando com meu amigo, então demorei um pouco mais para retornar. Ele me disse que ela tinha feito “charminho”. (Meninas, uma dica: Não façam isso! Adolescentes podem gostar e até estarem acostumados com isto, mas homens não. Nossa paciência é bem menor para tal ato e vocês podem perder alguém legal com isso.) Por insistência deste meu amigo e da amiga dela voltei, conversei e ficamos.
A garota, que aparentava 23 anos, tinha 35 e me contou que tem um filho de 3 anos. Para muitos esse é o pacote perfeito para pular fora, mas estranhamente não pra mim. Ao contrário, mandei mensagem no dia seguinte e marcamos de sair na segunda.
Durante a semana conversamos todos os dias. Saímos na sexta, sábado e domingo. O fato é que, após alguns anos de total controle dos meus sentimentos e de racionalidade, estou gostando de alguém e o “problema” é que se trata de alguém diferente. Ela é exatamente fora do meu conhecimento e não posso ter o controle da situação.
Estou no momento chave onde preciso definir se apago o telefone dela da minha agenda junto com as mensagens ou se me deixo levar e corro o enorme risco de levar mais um “tapa bem dado”. (Sim, baseado no que já passei, para mim o risco não vale o benefício de um amor a menos que o risco seja controlado).
Eu gostei desta pessoa e estou gostando dela a cada dia que passa, porém ela é diferente das outras. Ela não manda mensagens, nem liga, mas responde prontamente quando eu mando, quando eu ligo ficamos muito tempo conversando e é carinhosa quando estamos juntos.
Não sei como lidar com uma mulher mais velha que já tem um filho. Sei que não sou nem de longe a pessoa mais importante para ela e isto também nunca serei, pois este lugar é do filho (natural que seja assim).
Gostaria muito da sua opinião sobre alguns pontos, se for possível claro!
– O que uma mulher de 35 anos e com um filho de 3, quer da vida?Quer um homem para assumir o papel de marido, onde ele paga as contas e dá uma boa condição a ela e ao filho;
Quer um amor e que goste do filho;
Quer apenas curtição, pois já teve suas experiências e já tem um filho.
- Como tratar uma mulher destas?
Com carinho mostrando que está por perto através de mensagens e telefonemas;
Com relação pura de homem e mulher, apenas aparecendo quando for para sair, dando assim um“tempo extra”.
Anônimo

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